Alteração congênita intrabucal: Relato de caso clínico de sinéquia oral unilateral

Ana Carolina Evangelista Colafemina, Patrícia Freitas Oliveira, Luiz Fernando Barbosa de Paulo, Késia Lara dos Santos Marques, Alessandra Maia de Castro, Danielly Cunha Araújo Ferreira

Resumo


O objetivo deste trabalho foi relatar o caso clínico de um bebê diagnosticado com sinéquia oral unilateral. Paciente do sexo feminino com seis meses de idade, nascida com 28 semanas, e que apresentava atraso do desenvolvimento neuropsicomotor, persistência do canal arterial com repercussão hemodinâmica, sopro cardíaco sem repercussão, hemangioma plano no hemitoráx direito, displasia broncopulmonar e deficiência auditiva do lado direito. Além disso, foi observado a presença de uma membrana entre o palato mole e o assoalho da boca no lado direito, o diagnóstico foi confirmado como sinéquia oral do lado direito com possível interferência da estrutura na sucção e deglutição. O parecer médico foi solicitado para realização do procedimento cirúrgico, e após concordância com o médico o procedimento cirúrgico de remoção da sinéquia oral unilateral foi realizado, com o uso de anestésico local injetável, sob estabilização protetora combinada (ativa e passiva) e a incisão foi realizada com lâmina de bisturi, sem a necessidade de realização de sutura posterior. No retorno, após sete dias da cirurgia, foi observada a cicatrização adequada e melhora na sucção e deglutição segundo relato da família. O tratamento cirúrgico apresentou sucesso, visto que houve melhora trazendo benefícios para o bebê.

Palavras-chave: odontopediatria; cirurgia bucal; recém – nascido prematuro.


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Alteração congênita

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