Análise cor e propriedades físico-químicas do esmalte pós clareamento: peróxido de hidrogênio, luz violeta e ozônio

Murilo Guimarães Campolina, Nayara Rodrigues Nascimento Oliveira, Lia Dietrich, Alexia da Mata Galvão, Marcelo Dias Moreira de Assis Costa, Gisele Rodrigues da Silva

Resumo


O trabalho objetiva comparar a efetividade de diferentes técnicas de clareamento dental usando peróxido de hidrogênio a 35% (H2O2), ozônio (O3), luz violeta (LV), e a associação entre peróxido de hidrogênio com ozônio (H2O2+O3) ou com luz violeta (H2O2 + LV). Foi realizada análise de cor com valores do sistema CieLab (espectrofotômetro X-rite) e WI (whitening indexes). A rugosidade superficial medida pelo microscópio de força atômica (AFM) e composição mineral com espectroscopia Raman. Blocos da superfície vestibular de molares humanos foram randomizados em 5 grupos (n=15), seguindo os protocolos de clareamento: (H2O2), (O3), (LV), (H2O2+O3) e (H2O2 + LV), com uma repetição (48 horas intervalo). Teste One way ANOVA de medida repetida seguida do teste de Tukey foi usada para verificação dos parâmetros testados. Os resultados Raman identificaram que o esmalte submetido a todos os protocolos apresentou diferença nos picos de fosfato e carbonato, aumentando após o clareamento. Não houve diferença significativa observada na rugosidade da superfície, independentemente do protocolo testado. Conclui-se que a LV e o O3 não obtiveram efeitos estatisticamente significativos na alteração de cor. O peróxido de hidrogênio, associado, resulta em uma melhor mudança de cor, principalmente associado ao ozônio, demonstrando ser uma técnica eficaz e segura.


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Análise cor e propriedades

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