Hiperplasia Fibrosa Inflamatória: Uma revisão bibliográfica

Ingrit Lorrany Barbosa, Letícia Lara Siqueira e Silva, Vaneide Aparecida da Silva, Lilian de Barros, Taís Alves dos Reis, Aletheia Moraes Rocha

Resumo


A Hiperplasia Fibrosa Inflamatória é um processo proliferativo do tecido conjuntivo fibroso ocasionado por trauma de baixa intensidade por próteses mal adaptadas e/ou com muito tempo de uso, diastemas, dentes com bordas cortantes, procedimentos iatrogênicos e falta de higiene. Ocorre em maxila e mandíbula, com predominância em região anterior e sulco vestibular, predileção por mulheres, leucodermas entre a quinta e sexta década de vida. Apresenta-se como processo exofítico com base séssil ou pediculada ou placa com consistência firme ou flácida, a coloração pode ser semelhante à mucosa adjacente ou eritematosa, tendo crescimento lento e geralmente assintomático, com superfície lisa podendo apresentar ulcerações. O tratamento consiste de remoção da causa e esperar de 10 a 15 dias para diminuir a inflamação e depois a remoção cirúrgica. Apesar da lesão não ser potencialmente maligna é essencial a realização de biopsia incisional ou excisional para exclusão de diagnóstico diferencial como granuloma piogênico, neurofibroma ou leio mioma entre outros. Apresentar características, formas de tratamento e principalmente a etiologia da patologia. Foi feita revisão literária através de 13 artigos científicos, em base de dados como: BVS, Google acadêmico, datados entre 2005-2018. Diante do exposto cirurgiões dentistas poderão diagnosticar corretamente a lesão e orientar seus pacientes.


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