Perfil do atendimento odontológico de média e alta complexidade às pessoas com deficiência em centro de referência

Milena Oliveira Barbané Morais, Késia Lara dos Santos Marques, Alex Moreira Herval, Rafael Correa de Faria, Alessandra Maia de Castro, Fabiana Sodré de Oliveira

Resumo


Os objetivos deste estudo foram avaliar o perfil do atendimento odontológico de média (ambulatorial) e alta complexidade (hospitalar), realizado no Setor de Pacientes Especiais (SEPAE), no período entre 2014 e 2017 e descrever o fluxograma de acessibilidade para o atendimento da pessoa com deficiência. Os dados coletados para a análise do perfil de atendimento foram obtidos das planilhas de registros diários, tabulados e submetidos à análise descritiva. Foram realizados em ambulatório, 6686 atendimentos em pacientes de 1 e 87 anos de idade (média de idade 21 anos e 9 meses), sendo 54,62% do sexo masculino e 45,38% do feminino. Segundo o tipo de deficiência, 23,09% tinham paralisia cerebral, 11,83% deficiências múltiplas, 9,9% Síndrome de Down, 7,53% atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, 5,83% transtorno do espectro autista e 41,22% outras deficiências. A nível hospitalar, foram realizados 399 atendimentos odontológicos sob anestesia geral, em pacientes de 2 a 84 anos idade (média de idade 24 anos), sendo 60,9% do sexo masculino e 39,10% do feminino, sendo que 23,06% tinham paralisia cerebral, 21,3% deficiências múltiplas, 9,52% transtorno do espectro autista, 7,52% atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, 5,51% Síndrome de Down e 33,08% outras deficiências. Concluiu-se que o perfil de atendimento no SEPAE é mais ambulatorial.


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Perfil do atendimento

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