Otimização da estética vermelha em implante imediato

Laura Aguiar Pastori, Isabella Resende Vieira, Jéssica Stephanie Martins, Thalita Braga Nazario, Veronica Martins Salge, Denildo Magalhães

Resumo


A perda do elemento dental implica na possibilidade de reabilitação por meio de implante osseointegrável. Embora essa técnica seja amplamente utilizada é necessário reconhecer que é dependente da morfologia dos tecidos periimplantares. As discrepâncias entre a morfologia do implante, alvéolo e tecido periimplantar são os fatores comumente observados e que requerem correções, afim de otimizar os aspectos cirúrgicos e estéticos. Por sua vez para a manipulação do tecido gengival, comumente são empregados enxerto mucoso, no entanto este visa atender somente as necessidades dos tecidos de revestimento na face vestibular da área envolvida. Todavia, muitas vezes passa a ser necessário também a rescontrução tecidual ao redor do componente protético. O presente trabalho tem como objetivo o relato de caso, onde o paciente foi submetido a um implante imediato, associado a um enxerto mucoepitelial, sobre a parte superior do rebordo em contato direto com o componente protético. Após o período cicatricial, foi possível observar a uma adequada manutenção da morfologia do rebordo alveolar e tecidos periimplantares, tanto na face vestibular quanto ao redor do componente protético. Fato que proporcionou uma otimização estética adequada para a área reabilitada.


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Otimização da estética

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