PREVALÊNCIA DE DOR LOMBAR E QUALIDADE DE VIDA EM FUNCIONÁRIOS DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO PRIVADO DE UBERLÂNDIA - MG

Valéria Sachi Magazoni, Silas Pereira de Rezende, Kamila Pereira Faria Pio,

Resumo


Resumo
Introdução: A dor lombar decorre da disfunção ou alteração na biomecânica da coluna vertebral. A instabilidade lombar surge quando a fraqueza e a fadiga se instalam nos músculos estabilizadores da coluna, podendo ocorrer estiramentos e lesões lombares, que ocorrem pelo excesso de movimento e por posturas viciosas inadequadas (1). Contudo, pode ser decorrente ainda de fatores não mecânicos e estar associada e agravada por outras doenças de base (3). Objetivo: O objetivo do presente estudo foi verificar a prevalência de dor lombar e qualidade de vida dos funcionários e comparar com a qualidade de vida dos que não possuíam a dor lombar. Metodologia: Foram aplicados os questionários WHOQOL-bref para qualidade de vida e McGill de Dor (McGill Pain Questionnaire - MPQ). Resultados: Participaram desta pesquisa, 27 funcionários de uma instituição privada, sendo três (11,11%) do gênero masculino e 24 (88,89%) do gênero feminino, todos os 27 funcionários responderam os questionários WHOQOL-bref para qualidade de vida obtendo resultados diferentes entre os grupos, e os 16 funcionários (59,2%) com dor lombar também responderam os questionários WHOQOL-bref com maior prevalência de (100%) grupo avaliativos. Conclusão: A partir da metodologia utilizada, se conclui que no quesito qualidade de vida, foram encontradas diferenças, estatisticamente significantes, entre os resultados dos funcionários. A prevalência de dor lombar foi alta. No quesito de relação aos descritores aos índices de dor, a maior porcentagem de perguntas foi do grupo avaliativos (avaliação da experiência global).
Palavras chave: Alteração biomecânica, Dor lombar, Qualidade de vida.


Texto completo:

PREVALÊNCIA DE DOR LOMBAR

Referências


Referência: 1. Xayani Bottamedi, Juliano dos Santos Ramos, Et Al. Programa de tratamento para dor lombar crônica baseado nos princípios da Estabilização Segmentar e na Escola de Coluna Disponível em: Rev. Bras Med Trab. 2016 . (Acesso em: 2018 Set 04). Disponível em:

http://www.imbiomed.com.mx/1/1/articulos.php?method=showDetail&id_articulo=108382&id_sec cion=3898&id_ejemplar=10559&id_revista=238 2. Raquel G, Adriane V. Et Al. Efeitos da participação em um Grupo de Coluna sobre as dores musculoesqueléticas, qualidade de vida e funcionalidade dos usuários de uma Unidade Básica de Saúde de Porto Alegre - Brasil Rio Claro, v.17 n.4, p.719-727, out./dez. 2011. (Acesso em: 2018 Set 04). Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/motriz/v17n4/a17v17n4.pdf 3. Rafael Haeffner, Leila Maria M S , Gheysa, Et AL. Prevalência de lombalgia e fatores associados em trabalhadores de uma empresa agropecuária do sul do Brasil .Rev Bras Med Trab.2015;13(1):35-42. (Acesso em: 2018 Set 04). Disponível em: http://files.bvs.br/upload/S/1679-4435/2015/v13n1/a5335.pdf 4. Paulo Roberto C, Leonardo O. Prevalência da dor lombar no Brasil: uma revisão sistemática Universidade Cidade de São Paulo, São Paulo, Brasil. Universidade Cidade de São Paulo, 1Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 31(6):1141-1155, jun, 2015. (Acesso em: 2018 Set 09). Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/csp/v31n6/0102-311X-csp-316-1141.pdf 5. Darlan Castro A, Durval Campos K. Dor Lombar– uma abordagem diagnóstica. Rev Dor. São Paulo, 2017 abr-jun;18(2):173-7. (Acesso em: 2018 Set 09). Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rdor/v18n2/pt_1806-0013-rdor-18-02-0173.pdf 6. Viviane Bortoluzzi Frasson. Uso Racional de Medicamentos: fundamentação em condutas terapêuticas e nos macro processos da Assistência Farmacêutica ISBN: 978-857967-108-1 Vol. 1, Nº 9 Brasília, junho de 2016. (Acesso em: 2018 Set 09). Disponível em: http://www.paho.org/bra/images/stories/GCC/urm_prefacio.pdf?ua=1 7. Dores nas costas. Copyright11 ( Acesso em: 2018 Set 14). Disponível em: www.doresnascostas.com.br/diagnosticos.asp. 11. José Eduardo Martinez, Et Al. Análise da aplicabilidade de três instrumentos de avaliação de dor em distintas unidades de atendimento: ambulatório, enfermaria e urgência. Rev Bras Reumatol 2011;51(4):299-308. (Acesso em 2018 Out.16). Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbr/v51n4/v51n4a02 12. Thais S, Amanda M. Et Al. Dor lombar crônica: intensidade de dor, incapacidade e qualidade de vida. Acta Paul Enferm. 2013; 26(1):14-20. (Acesso em 2018 Out.16). Disponível em: https://www2.unifesp.br/acta/pdf/v26/n1/v26n1a4.pdf

SIEGEL, S. Estatística não-paramétrica, para as ciências do comportamento. Trad. Alfredo Alves de Faria. Ed. McGraw-Hill do Brasil. São Paulo, 1975. 350 p. 14. Andreza Guterres et. al. Prevalência e fatores associados a dor nas costas dos motoristas e cobradores do transporte coletivo da cidade de Pelotas-RS. Revista brasileira de atividade física e saúde. 2011;(Acesso em 2019 Maio.28). Disponível em: rbafs.org.br/RBAFS/article/download/603/609/ 15. Mattos Lopes et al. Avaliação da capacidade funcional e da qualidade de vida de indivíduos com dor lombar inespecífica.Revista vinculada ao programa de pós- graduação em ciências ambientais e saúde. 2014;(Acesso em 2019 Maio.13). Disponível em: http://seer.pucgoias.edu.br/index.php/estudos/article/view/3380 16. Santana Júnior et al. Prevalência relacionada à dor lombar em funcionários de uma empresa privada.Revista multidisciplinar e de psicologia. 2017; (Acesso em 2019 Maio.28). Disponível em: https://idonline.emnuvens.com.br/id/article/viewFile/958/1355 17. Longen et al. Qualidade de Vida e carga psicofisiológica de trabalhadores da produção cerâmica do Extremo Sul Catarinense. Rev Bras Med Trab. 2017 ; (Acesso em 2019 Maio.28). Disponível em:https://www.researchgate.net/profile/Willians 18. Marcelo ALM, Martins MS, Longen WC. Avaliação da funcionalidade e da força dinamométrica lombar de mineiros do carvão. Inova Saúde. 2015;4(2):115-27. ; (Acesso em 2019 Maio.28). Disponível em: http://dx.doi.org/10.18616/is.v4i2.2224 19. Hassed et al. Qualidade de vida em estudantes de Medicina no início e final do curso: avaliação pelo Whoqol-brefRev. bras. educ. med. vol.34 no.1 Rio de Janeiro Jan./Mar. 2010(Acessoem2019Maio.28)Disponívelem:http://www.scielo.br/scielo.p hp?script=sci_arttext&pid=S0100-55022010000100011 20. Timossi, L. S. et al. (2009) Análise da qualidade de vida no trabalho de colaboradores com diferentes níveis de instrução através de uma análise de correlações. (Acessoem2019Junho.01).Disponívelem:http://www.scielo.br/pdf/prod/2010nahead/AOP_2 00901009.pdf 21. Pimenta CA, Teixeira MJ. Questionário MCGILL proposta de adaptação para língua portuguêsa.Rev.Esc.Enferm USP. 1996;30(3):473-83; (Acesso em 2019 Junho14). Disponível em: http://www.luzimarteixeira.com.br/wp-content/uploads/2011/04/validacaoquestionario-lombalgia.pdf

Ana Cláudia G.C. Kluthcovsky; Fábio Aragão Kluthcovsky. O WHOQOL-bref, um instrumento para avaliar qualidade de vida: uma revisão sistemática. 2010;04 (Acesso em 2019 Junho.14). Disponível em:http://www.scielo.br/pdf/rprs/v31n3s0/v31n3a07s1.pdf

Claudio Henrique et. all. Avaliação da dor e da capacidade funcional em indivíduos com lombalgia crônica. Curso de Fisioterapia da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Brasil. (Acesso em 2019 Junho.14). Disponível em: https://www.unip.br/presencial/comunicacao/publicacoes/ics/edicoes/2011/03_julset/V29_n3_2011_p205-208.pdf


Apontamentos

  • Não há apontamentos.