ANSIEDADE E DEPRESSÃO EM IDOSOS DE UBERLÂNDIA-MG

Kerolainy Souza Souza, Sônia Beatriz Beatriz

Resumo


Sabe-se que pelo fato de idosos sofrerem mais perdas de entes queridos, não terem filhos, terem um divórcio ou falecimento do companheiro (a), sofrer mais dores ou ter doenças crônicas, uso de medicamentos que podem exacerbar ansiedade, depressão e outras doenças. Problematizamos que às dificuldades relacionadas à velhice, o acesso dos idosos a um tratamento específico, leva-o para um desânimo que ao mais tardar pode se tornar uma depressão e ansiedade. O objetivo foi verificar a existência de ansiedade e depressão em idosos, e os específicos verificar se os níveis de depressão e de ansiedade diferem entre idosos com distintos sexos, escolaridades, estados civis, níveis de satisfação com a situação econômica e que apresentam ou não sentimentos de solidão. A pesquisa foi transversal, campo descritivo e quantitativo, com 30 idosos entre 61 e 92 anos. Foram utilizados como instrumentos o questionário sócio demográfico e as ESCALAS DE BECK (BAI E BDI) adaptadas por Cunha (2001). Os idosos na escala de Depressão apresentaram um quadro 53,3% mínimo, 26,7% leve, 16,7% moderado e 3,3% grave. Na avaliação da escala da Ansiedade teve a seguinte classificação: 50% mínimo, 26,7% leve, 13,3% moderado e 10,0% grave. Foi possível perceber em ambos os testes que os idosos apresentam risco mínimo de desenvolver ansiedade e/ou depressão.


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